

RUBENS LIMA
Um brasileiro consciente da sua realidade, poeta, que é apaixonado pelo que é e pelo que faz... A versatilidade, a arte de escrever em versos, coragem de ir além, persistência e a sensibilidade para perceber o outro e a preocupação com que este esteja bem, são algumas das características que ajudam a definir o caráter e o perfil de RUBENS DE ARAÚJO LIMA, um brasileiro, filho do Sr. Alexandre "peixeiro" e da Dona Josefa, uma baiana que aos domingos vendia comidas típicas da Bahia na feira de Queimados-RJ. Rubens lima é um carioca de Queimados-RJ, baixada fluminense, que saiu de casa aos nove anos e aos 12 já tinha sua carteira de trabalho assinada, que um dia foi camelô, vendeu picolé nas praias do RJ, bala-puxa, bananada e limão de casca fina e caldo grosso "pra passar no rabo do peixe e na barba do camarão" nos trens da Central do Brasil. Foi jornaleiro, interno da FEBEM em Quintino-RJ. Foi cobrador e motorista de ônibus, Fuzileiro Naval, Mergulhador de Resgate do Corpo de Bombeiros do DF e hoje é Policial. Acadêmico do Curso de Direito no UniCeub, Formado em Ciências Sociais - UniCeub, com especialidade em Direito Administrativo, Processo Administrativo e em Jornalismo e Política, Chefiou o Setor de Segurança de Instalações do Senado Federal -(SAPRAC) por 8 (oito) anos. Foi Presidente da APCN (Associação da Polícia do Congresso Nacional) ocasião em que foi o mentor da instituição e criação da Polícia legislativa federal da Câmara e do Senado Federal; mentor do ícone contendo o perfil dos (Ex-Presidentes do Senado) na Página do Senado Federal, instituída na ocasião em que administrava a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência do Senado Federal. Rubens Lima tornou-se poeta em um dos momentos mais difíceis da sua vida, ou seja, quando perdeu seu filho de 8 anos Antônio Lindemberg, (Toninho), atropelado por um caminhão, na cidade de Taguatinga-DF, onde morava. Não sou subserviente! Procuro ser verdadeiro no meu proceder e no meu agir. Assim as mutações temporárias me completam e ajo. Descobri a poesia quando Deus levou o meu filho. A primeira que escrevi foi em homenagem a esse seu saudoso e amado filho, intitulada "Toninho". Para exteriorizar as coisas boas e as mazelas da vida, transformo-me em um ser verdadeiramente crítico, poeta e pintor. Tanto para escrever como para pintar preciso estar com os sentimentos à flor da pele, seja indignação, tristeza ou alegria, e faço o que meu coração manda. Assim, procuro colocar esse meu desabafo, esse meu grito no papel como forma de esvaziar meu coração da indignação que consome os que se mantêm silente diante do desmando e da covardia. Assim me desmotivo a fazer o que meu instinto animal determina ao meu subconsciente. Bem, agora te convido a conferir algumas poesias, artigos e reportagens interessantes que retratam um pouco da nossa história, da política do nosso País e da veracidade do nosso dia a dia.
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